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domingo, 27 de outubro de 2013

NOTÍCIAS TOP ZOOM!

Lady Gaga divulga trecho de ‘Venus’ e aparece nua em capas do single.



Terceiro single de novo álbum será lançado na próxima segunda-feira (28).
Vídeo revela 40 segundos da música, lançada com três opções de capa.


Lady Gaga divulgou na sexta-feira (25) as três diferentes versões de capa para seu próximo single, “Venus”, o terceiro extraído do álbum “Artpop”. Além disso, a cantora, que aparece nua em duas das imagens, adiantou trechos da música em dois vídeos. 

As capas do single, que será lançado na próxima segunda-feira (28), foram fotografadas por Steven Klein, diretor do clipe de “Alejandro” e de um comercial de perfume da cantora, “Fame”. Uma das capas mostra um morcego, enquanto as outras têm como modelo a própria cantora.

Em uma imagem, Lady Gaga aparece de lado, totalmente nua, e com um objeto na boca. Na outra, ela está com o seio à mostra, um corte na pele e um escorpião em seu rosto. O mesmo animal aparece no vídeo, no qual luzes coloridas piscam sobre a cantora, estática.

“Artpop”, o terceiro disco de Gaga, será lançado no dia 11 de novembro.





domingo, 20 de outubro de 2013

NOTÍCIAS TOP ZOOM!

Máscaras são 'libertadoras' e banir uso é 'ridículo', diz líder do Slipknot.



Banda mascarada toca em SP; cantor fala de uso no rock e em protestos.
Corey Taylor diz fazer som 'único' por ter 'visão paranormal' desde criança.


Se o Slipknot resolvesse trocar o palco do Monsters of Rock, em São Paulo, por uma manifestação nas ruas do Rio, os músicos poderiam ser presos. A banda sempre se apresenta com máscaras,acessórios proibidos em protestos cariocas. O líder da banda de metal, Corey Taylor, diz que "chegar ao ponto de proibir pessoas de usarem máscaras para protestar é ridículo", ao saber da situação no país. A banda não cobre o rosto para protestar. Mas, para o cantor, a ideia do Slipknot é similar à de manifestantes: "Expressar-se de maneira completamente livre".

A banda mascarada toca no dia 19 de outubro na Arena Anhembi, em São Paulo, fechando a primeira das duas noites do festival Monsters of Rock. Corey Taylor já veio ao Brasil com oSlipknot e com sua outra banda, Stone Sour, em que canta sem máscara.
Corey Taylor também é escritor. Ele lançou em julho nos EUA seu segundo lívro, "A Funny Thing Happened on the Way to Heaven" (Uma coisa engraçada aconteceu no caminho para o céu). Ele narra experiências paranormais e diz que vê "fantasmas" desde criança. "Eu sempre fui aberto a coisas que não entendo, por causa do que acontecia comigo. Isso me permitiu a escrever músicas e me expressar 'fora da caixa'", ele diz.
Em 2011, Corey lançou "Seven deadly sins" (Sete pecados mortais). Seus dois livros tiveram recepção surpreendente e entraram na lista de mais vendidos do jornal "New York Times".

domingo, 13 de outubro de 2013

NOTÍCIAS TOP ZOOM!

Black Sabbath ganha reverência e respeito do público em São Paulo.



Apesar das gracinhas de Ozzy, solos tiveram reações mais empolgadas. 
70 mil pessoas lotaram Campo de Marte para show com formação original.


Ozzy Osbourne começou a “reger” o público que lotou o Campo de Marte para o show doBlack Sabbath, nesta sexta-feira (11), antes mesmo de ser visto por ele. Às 21h05, dez minutos antes do horário anunciado para o início da apresentação, foi possível ouvir sua voz, por trás de uma cortina preta no palco, incitando um coro de “ôô-ôô”, seguido por um “u-huu!”e um “let me hear you!”.

Ao longo das duas horas seguintes, o vocalista repetiria incontáveis vezes os pedidos de coro, faria “teatrinho”, colocando a mão no ouvido e fingindo não ouvir os gritos da multidão e, principalmente, diria sem parar – até mesmo durante as músicas – o quanto ama todo mundo e como todos são lindos. E, curiosamente para alguém que lançou há poucos meses uma música em que questiona “God is dead?”, repetiria muitas vezes um “Deus abençoe todos vocês”.

Mas a simpatia de Ozzy, embora soe espontânea, é uma espécie de símbolo do que acontece em um show do Black Sabbath hoje em dia. Assim como o vocalista, que representa alegremente o papel do “tiozão sequelado”, também o guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler cumprem com maestria exatamente o que se espera deles. Discretos, se movimentando pouco e sem qualquer interação com o público, eles são os alicerces de uma banda que não precisa de gracinhas ou discursos para conquistar seu público.

Com 70 mil ingressos esgotados quatro meses antes, o Black Sabbath subiu ao palco em São Paulo sem precisar arriscar ou provar nada. A resposta dos fãs, visível e audível nos comentários durante os intervalos entre as músicas, parecia um misto de reverência e respeito, mais do que exaltação.

Tanto que, apesar da insistência de Ozzy, os momentos de maior empolgação foram justamente aqueles em que ninguém disse nada: os solos de Iommi e um impressionante solo do Tommy Clufetos, baterista que substitui Bill Ward, único membro original a ficar de fora desta turnê. Foi fácil ver gente boquiaberta com sua exibição e, a julgar pela reação da plateia, Ozzy e Tony não são os únicos a não sentir saudades de Ward.

Embora tenha respondido bem também às músicas de “13”, disco lançado este ano e que reuniu o trio original em um estúdio pela primeira vez em 35 anos, previsivelmente foram clássicos como “Black Sabbath”, “Children of the grave”, “Paranoid” e, principalmente, “Iron man”, as que mais levantaram o público, sendo a última a campeã no quesito coro.

A turnê brasileira do Black Sabbath tem sua próxima parada no Rio de Janeiro, onde a banda toca na Praça da Apoteose no domingo (13), e será encerrada em Belo Horizonte, com um show na Esplanada do Mineirão na terça-feira (15).


Megadeth
Responsáveis pelo show de abertura, os músicos do Megadeth também foram bem recebidos pelo público paulista. Com um repertório focado em discos de sua primeira fase, a banda tocou por aproximadamente uma hora e também teve direito a mensagens de simpatia transmitidas por seu vocalista, Dave Mustaine. “Espero que vocês tenham se divertido esta noite, porque nós com certeza nos divertimos”, disse ele em seus agradecimentos, antes de dar um conselho final: “Dirijam com cuidado na volta para casa, porque queremos ver vocês todos de novo”, emendou, antes de, assim como Ozzy faria na sequência, pedir que Deus abençoasse a todos.
Setlist do show do Black Sabbath em São Paulo:

- War pigs
- Into the void
- Under the sun
- Snowblind
- Age of reason
- Black sabbath
- Behind the wall of sleep
- N.I.B.
- End of the beginning
- Fairies wear boots
- Rat salad
- Iron man
- God is dead?
- Dirty women
- Children of the grave
- Paranoid

domingo, 6 de outubro de 2013

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Madonna relembra agressões e estupro sofridos nos anos 80.



Cantora escreveu sobre violência que sofreu ao chegar à Nova York.
Ao falar sobre Miley e idade, ela diz que ‘ser ousada se tornou uma regra’.


Em um texto escrito por ela mesma para a mais recente edição da revista “Harper’s Bazaar”, Madonna recordou o quanto sofreu ao chegar à Nova York, no início dos anos 80, e mencionou algumas das violências que sofreu, incluindo um estupro.

“Nova York não era tudo que eu esperava que fosse. Ela não me recebeu de braços abertos”, ressaltou a cantora, que já havia revelado o estupro há alguns anos, mas desta vez foi além ao detalhar outras agressões que, segundo ela, a ajudaram a se tornar uma pessoa mais forte.

“No primeiro ano, fiquei sob a mira de uma arma. Fui estuprada no telhado de um prédio para o qual fui arrastada com uma faca em minhas costas e tive meu apartamento invadido três vezes. Não sei por que; não tinha nada de valor depois que levaram meu rádio na primeira vez”, explicou.

Madonna, que também ilustra a capa da revista anunciando a chamada “The daring issue” ("a edição ousada", em tradução livre), falou ainda sobre ousadia, mencionando cantoras como Rihanna e Miley Cyrus e fazendo uma reflexão sobre si mesma e a idade.

“Quando você tem 25 anos é um pouco mais fácil ser ousada, especialmente se você é uma estrela pop, porque as pessoas esperam que você tenha um comportamento excêntrico”, escreveu. “Anos depois, aqui estou eu, divorciada e vivendo em Nova York. Fui abençoada com quatro filhos maravilhosos. Tento ensiná-los a serem criativos. A serem ousados. A escolher fazer coisas porque acham que elas são as certas, não porque são as que todos estão fazendo. A ideia de ser ousada se tornou uma regra para mim. Claro, é tudo uma questão de percepção, porque fazer perguntas, desafiar as ideias e sistemas de crenças das pessoas e defender aqueles que não tem voz se tornou uma parte da minha rotina. Em minha cartilha, isso é normal”, concluiu.
Cantora já falou de estupro outras vezes
Não é a primeira vez que Madonna relata as agressões e estupro em sua chegada à cidade de Nova York. Em entrevista publicada pelo semário britânico "NME", em setembro de 1995, reproduzida por várias publicações americanas, ela comentou o caso.
"Eu já fui estuprada, e não é uma experiência que gostaria de tornar glamourosa", disse a popstar. "Mesmo que tenha sido devastador para mim, eu sei que aquilo me tornou uma pessoa muito mais forte em retrospecto. Isso me fez ser uma sobrevivente."

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